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Pastora presa sabia dos riscos que os filhos corriam com o marido, diz Juiz

[Pastora presa sabia dos riscos que os filhos corriam com o marido, diz Juiz ]
22/06/2018 16h47 Em: Polícia comentários

Na última quinta-feira (21) foi divulgado o conteúdo da decisão judicial que pediu a prisão da pastora Juliana Salles,  de Linhares, Espírito Santo. O juiz André Bijus Dadalto, da 1ª Vara  Criminal de Linhares, a indiciou de participação no crime, mesmo não  estando presente, por saber do risco que eles corriam.

O documento de quatro páginas do juiz esclarece ainda mais o caso.  Segundo informações obtidas dos celulares de Juliana Salles e de George  Alves, ela tinha conhecimento de que os filhos, de 6 e 3 anos, sofriam  abusos sexuais, e “tinha ciência do comportamento sexual incompatível  com a pregação”.

– Juliana tinha conhecimento dos supostos abusos sexuais sofridos  pelos seus filhos e vítimas, tanto que em uma conversa entre os acusados  (ela e o marido), a vítima Kauã, de 6 anos, reagiu emocionalmente após  ter sofrido “maldades” por parte de dois “caras” na piscina, entretanto,  eles não tomaram qualquer medida ou providência em relação ao ocorrido –  relata o documento judicial.

Além dos abusos, o magistrado informa que Kauã, fruto de um  relacionamento anterior de Juliana com Rainy Butkovsky, era maltratado  pelo padrasto “inclusive que deixava faltar alimento, medicamento e  atendimentos médicos”. E, para ele, os dois premeditaram o crime.

– George em parceria com a pastora Juliana buscava uma ascensão  religiosa e aumento expressivo de arrecadação de valores por fiéis e,  para esta finalidade, ceifou a vida dos menores Kauã e Joaquim para se  utilizar da tragédia em seu favor – declarou na decisão.

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